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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Sobrado - Locação - Zona Leste - SP
2 Dormitórios, 1 Vaga, 66 m²
DADOS GERAIS
Tipo de imóvel: Sobrado cond. fechado Patriarca (2 dorms)
Ação do imóvel: Locação
Situação do imóvel: Pronto para morar
Nº dormitórios: 2
Nº Suítes:
Nº Vagas: 1
Área Privativa: 66
Valor: 1.200,00
Endereço: Rua Colatina,
Bairro: Cidade Patriarca
CEP: 03550-000
Cidade: Sao Paulo
Comentário: Sobrado Integrante do "Residencial Patriarca" no total de 5 sobrados, sendo o último. Contem área privativa coberta de 66 m2, área privativa de quintal de 5 m2, e área total do quintal de 116 m2. Sala, cozinha, lavanderia, lavabo social (piso inferior). 2 dorms. e banheiro (piso superior). 1 vaga na garagem coberta. Portão eletrônico, antena coletiva e cerca elétrica. Imóvel encontra-se em perfeito estado de conservação. Os vizinhos são agradáveis e prestativos.
DADOS DO RESPONSAVEL
Nome: LUCIENE Maester
Telefone: (11) 941922093
Celular: (11) 999820601
Email: luciene.maester@gmail.com
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Caixa amplia prazo do crédito habitacional
A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira, a ampliação do prazo do financiamento habitacional, com recursos da Poupança (SBPE) e alienação fiduciária, para até 35 anos. Atualmente o prazo é de até 30 anos. Foram anunciadas ainda, novas reduções nas taxas de juros dos financiamentos com recursos SBPE.
Para imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), as taxas caem para 8,85% para todos os clientes. A taxa pode chegar a 7,8% em função do grau de relacionamento com o banco. Fora do SFH, as taxas foram reduzidas para 9,9% para todos os clientes, podendo chegar a 8,9% no caso de relacionamento com a CAIXA.
O anúncio foi feito pelo vice-presidente de Governo e Habitação do banco, José Urbano Duarte. Segundo ele, essa nova redução, além de manter a CAIXA com as menores taxas do mercado, permite aos clientes a aquisição de imóveis melhores e em condições ainda mais vantajosas.
Fonte: Band.com.br
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Para imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), as taxas caem para 8,85% para todos os clientes. A taxa pode chegar a 7,8% em função do grau de relacionamento com o banco. Fora do SFH, as taxas foram reduzidas para 9,9% para todos os clientes, podendo chegar a 8,9% no caso de relacionamento com a CAIXA.
O anúncio foi feito pelo vice-presidente de Governo e Habitação do banco, José Urbano Duarte. Segundo ele, essa nova redução, além de manter a CAIXA com as menores taxas do mercado, permite aos clientes a aquisição de imóveis melhores e em condições ainda mais vantajosas.
Fonte: Band.com.br
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Compre já o seu imóvel sem ficar em dúvida; veja dicas
Advogado dá dicas para quem deseja realizar o sonho da casa própria
Com o mercado da construção civil aquecido, muitas ofertas estão à disposição dos clientes. Sejam imóveis prontos ou ainda na planta, os consumidores devem tomar alguns cuidados, como revela o advogado da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação em Alagoas, Anthony Lima.
Para quem tem dúvida sobre qual é o melhor negócio: se comprar pronto ou na planta, o advogado dá as dicas. “Adquirir um imóvel na planta é bom para quem quer investir ou quem não tem pressa, porque, em média, o tempo de uma construção é de três anos”, conta.
Antes de fechar um negócio, os consumidores devem observar a idoneidade da construtora, saber se ela honra com os prazos e também se vem aplicando os materiais corretos. “Durante o andamento da obra, os clientes devem visitar os canteiros e verificar se o cronograma está sendo cumprido”, fala.
Mas para quem quer sair do aluguel, o advogado afirma que o ideal é o financiamento de um imóvel pronto, já que apenas uma parcela muito pequena da população tem condição de pagar à vista.
Segundo o advogado, antes de entrar no financiamento, o cliente deve identificar o imóvel cujo orçamento seja adequado à renda e ao padrão familiar. “Se um casal for recém-casado, ou tem apenas um filho, não tem necessidade de comprar um imóvel de três quartos, por exemplo, porque os financiamentos duram em média de 20 a 30 anos, o que gera mais juros”, explica. Para ele, o melhor é que a família adquira um imóvel menor, dentro do orçamento e do padrão familiar, para depois ir mudando para outro maior. “Com isso, se paga o imóvel sem sufocar o orçamento”, reitera.
Fonte: Tribuna Hoje
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Com o mercado da construção civil aquecido, muitas ofertas estão à disposição dos clientes. Sejam imóveis prontos ou ainda na planta, os consumidores devem tomar alguns cuidados, como revela o advogado da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação em Alagoas, Anthony Lima.
Para quem tem dúvida sobre qual é o melhor negócio: se comprar pronto ou na planta, o advogado dá as dicas. “Adquirir um imóvel na planta é bom para quem quer investir ou quem não tem pressa, porque, em média, o tempo de uma construção é de três anos”, conta.
Antes de fechar um negócio, os consumidores devem observar a idoneidade da construtora, saber se ela honra com os prazos e também se vem aplicando os materiais corretos. “Durante o andamento da obra, os clientes devem visitar os canteiros e verificar se o cronograma está sendo cumprido”, fala.
Mas para quem quer sair do aluguel, o advogado afirma que o ideal é o financiamento de um imóvel pronto, já que apenas uma parcela muito pequena da população tem condição de pagar à vista.
Segundo o advogado, antes de entrar no financiamento, o cliente deve identificar o imóvel cujo orçamento seja adequado à renda e ao padrão familiar. “Se um casal for recém-casado, ou tem apenas um filho, não tem necessidade de comprar um imóvel de três quartos, por exemplo, porque os financiamentos duram em média de 20 a 30 anos, o que gera mais juros”, explica. Para ele, o melhor é que a família adquira um imóvel menor, dentro do orçamento e do padrão familiar, para depois ir mudando para outro maior. “Com isso, se paga o imóvel sem sufocar o orçamento”, reitera.
Fonte: Tribuna Hoje
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terça-feira, 29 de maio de 2012
Imóveis: casas no interior são mais baratas e maiores do que em São Paulo
SÃO PAULO – A compra de um imóvel pode se tornar uma tarefa bastante complicada. Além de todo o planejamento financeiro que esse tipo de compra exige, é preciso selecionar bem o local. Entre outras observações importantes que devem ser feitas, os interessados devem considerar o valor do metro quadrado. No interior de São Paulo, por exemplo, ele pode custar muito menos do que na capital.
O preço médio do metro quadrado no Itaim Bibi, bairro bastante procurado em São Paulo, custa R$ 8.060, segundo o índice FipeZap. Esse valor faz com que um apartamento de 2 dormitórios - de 90 a 120 metros quadrados - varie entre R$ 370 mil e R$ 1,85 milhão.
Condomínios afastados
Se o interessado quiser comprar um imóvel mais amplo, o preço bate facilmente os R$ 5 milhões. Porém, a alguns quilômetros de distância da capital, há ofertas de condomínios às margens da Rodovia Castela Branco, com área de 1.000 metros quadrados que chegam a custar R$ 250 mil.
Fonte: InfoMoney
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O preço médio do metro quadrado no Itaim Bibi, bairro bastante procurado em São Paulo, custa R$ 8.060, segundo o índice FipeZap. Esse valor faz com que um apartamento de 2 dormitórios - de 90 a 120 metros quadrados - varie entre R$ 370 mil e R$ 1,85 milhão.
Condomínios afastados
Se o interessado quiser comprar um imóvel mais amplo, o preço bate facilmente os R$ 5 milhões. Porém, a alguns quilômetros de distância da capital, há ofertas de condomínios às margens da Rodovia Castela Branco, com área de 1.000 metros quadrados que chegam a custar R$ 250 mil.
Fonte: InfoMoney
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sábado, 26 de maio de 2012
Faltam 30 mil corretores de imóveis na cidade de SP
O mercado imobiliário da cidade de São Paulo precisa de mais 30 mil corretores. A estimativa é do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado (Creci-SP). A falta de profissionais para essa função é consequência do bom momento que vive o setor, cujas vendas se mantêm em alta. O salário médio para quem escolher a carreira é atrativo: cerca de R$ 6 mil.
“O mercado está carente de corretores de imóveis. E o momento bom para trabalhar no setor vai continuar ainda por um tempo”, afirma Aparecido Viana, presidente da Viana negócios imobiliárias.
No primeiro trimestre deste ano foram 5,4 mil unidades novas vendidas na capital – número 26,6% maior que no mesmo período de 2011, quando foram negociadas 4,3 mil. Isso apesar de o primeiro trimestre ser o menos movimentado do ano por conta de gastos com IPTU, IPVA e matrícula escolar, por exemplo. “Isso quer dizer que espera-se um movimento ainda maior na segunda metade do ano”, diz Roberto Akazawa, economista do Sindicato da Habitação (Secovi).
A remuneração mensal média de quem trabalha como corretor em São Paulo gira em torno de dez salários mínimos (R$ 6.220). Mas para iniciar na profissão, o interessado tem de fazer um curso técnico e se credenciar no Creci. “É um investimento que ele faz em uma carreira que pode ser muito promissora, afirma Aparecido Viana. Segundo ele, o custo para se qualificar pode ser de R$ 1 mil. A duração para um curso presencial é de 18 meses e, enquanto estuda, o candidato tem a possibilidade de estagiar em uma imobiliária.
A motivação para passar por tudo isso vem do fato de um corretor mais experiente chegar a ganhar R$ 30 mil por mês, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP. E a boa notícia é que o mercado absorve pessoas com diferentes históricos profissionais e não há restrição de idade. “Já vi advogados, médicos veterinários, jornalistas, fisioterapeutas, pessoas formadas em todo tipo de curso que começam na carreira”, afirma Viana Neto.
Antes de começar, no entanto, é importante que o corretor saiba que, apesar de a profissão poder remunerar muito bem, é inconstante. “Haverá meses nos quais ele poderá não vender nada”, ressalta Viana Neto. O corretor não ganha um salário fixo, só uma porcentagem do que vende. Normalmente um iniciante ganha de 0,85% a 1% do valor do imóvel vendido. “Podemos calcular uma renda por volta de R$ 2 a R$ 4 mil por mês”, diz Viana Neto.
Rosimeire Costa, de 49 anos, que estuda para ser corretora e ainda faz estágio, está ciente da inconstância da renda nessa área. A estratégia dela é ter uma reserva para começar no setor. “A pessoa pode levar de três a seis meses para fazer a primeira venda”, diz. Ela sempre trabalhou na área de finanças e vendas. “Quis entrar para esse setor pela flexibilidade de horários.”
Os passos seguintes à função de corretor são coordenador de plantão, gerente de equipe, superintendente e diretor comercial. “Para crescer, o profissional tem de se tornar alguém em quem as pessoas confiam”, diz Viana Neto.
Ligia Tuon
“O mercado está carente de corretores de imóveis. E o momento bom para trabalhar no setor vai continuar ainda por um tempo”, afirma Aparecido Viana, presidente da Viana negócios imobiliárias.
No primeiro trimestre deste ano foram 5,4 mil unidades novas vendidas na capital – número 26,6% maior que no mesmo período de 2011, quando foram negociadas 4,3 mil. Isso apesar de o primeiro trimestre ser o menos movimentado do ano por conta de gastos com IPTU, IPVA e matrícula escolar, por exemplo. “Isso quer dizer que espera-se um movimento ainda maior na segunda metade do ano”, diz Roberto Akazawa, economista do Sindicato da Habitação (Secovi).
A remuneração mensal média de quem trabalha como corretor em São Paulo gira em torno de dez salários mínimos (R$ 6.220). Mas para iniciar na profissão, o interessado tem de fazer um curso técnico e se credenciar no Creci. “É um investimento que ele faz em uma carreira que pode ser muito promissora, afirma Aparecido Viana. Segundo ele, o custo para se qualificar pode ser de R$ 1 mil. A duração para um curso presencial é de 18 meses e, enquanto estuda, o candidato tem a possibilidade de estagiar em uma imobiliária.
A motivação para passar por tudo isso vem do fato de um corretor mais experiente chegar a ganhar R$ 30 mil por mês, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP. E a boa notícia é que o mercado absorve pessoas com diferentes históricos profissionais e não há restrição de idade. “Já vi advogados, médicos veterinários, jornalistas, fisioterapeutas, pessoas formadas em todo tipo de curso que começam na carreira”, afirma Viana Neto.
Antes de começar, no entanto, é importante que o corretor saiba que, apesar de a profissão poder remunerar muito bem, é inconstante. “Haverá meses nos quais ele poderá não vender nada”, ressalta Viana Neto. O corretor não ganha um salário fixo, só uma porcentagem do que vende. Normalmente um iniciante ganha de 0,85% a 1% do valor do imóvel vendido. “Podemos calcular uma renda por volta de R$ 2 a R$ 4 mil por mês”, diz Viana Neto.
Rosimeire Costa, de 49 anos, que estuda para ser corretora e ainda faz estágio, está ciente da inconstância da renda nessa área. A estratégia dela é ter uma reserva para começar no setor. “A pessoa pode levar de três a seis meses para fazer a primeira venda”, diz. Ela sempre trabalhou na área de finanças e vendas. “Quis entrar para esse setor pela flexibilidade de horários.”
Os passos seguintes à função de corretor são coordenador de plantão, gerente de equipe, superintendente e diretor comercial. “Para crescer, o profissional tem de se tornar alguém em quem as pessoas confiam”, diz Viana Neto.
Ligia Tuon
Fonte: Jornal da Tarde
Para mais informações sobre Imóveis em São Paulo, acesse: Classificados de Imóveis SP
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
Você ainda não sabe como declarar a compra, venda e o aluguel de imóveis?
Contribuintes encontram dúvidas para declarar o imposto de renda, quando se trata de imóveis. A compra, venda e o aluguel ainda são questões a serem esclarecidas para que não haja erros durante a declaração.
O SRZD conversou com o advogado Arnon Velmovitsky, e esclareceu dúvidas de como ser declaradas compra, venda e o aluguel de imóveis.
"Quando o imóvel é financiado é preciso discriminar na parte em que consta o quadro de bens e direitos, o imóvel e a aquisição das dívidas em modos reais, colocando ainda o saldo do financiamento", conta o advogado.
"Pessoas casadas podem colocar a metade do imóvel na declaração ou em um dos impostos com declaração total a outro conjugue. Ou o outro pode colocar que o seu parceiro colocou totalidade de bens", esclarece.
Para comprar um apartamento na planta, você compra à prestação. Por isso, na hora de declarar "é preciso ir no quadro de bens e direitos, e colocar informações com dados da escritura, o endereço do imóvel, valor da aquisição, nome do vendedor e o saldo geral, o preço total da venda e do imóvel. Depois, no quadro de dívidas e anos reais, a declaração deverá conter o nome, o saldo devedor remanescente e o que esta devendo do imóvel", enfatizou Verlmovitsky.
O prazo termina dia 30 e as pessoas que não conseguirem fazer a declaração terão que pagar uma multa de 1% a 20% dos valores e entregar na delegacia da própria receita, a partir do dia 1 de maio.
* Com colaboração de Juliana Fonseca
Fonte: SRZD
O SRZD conversou com o advogado Arnon Velmovitsky, e esclareceu dúvidas de como ser declaradas compra, venda e o aluguel de imóveis.
"Quando o imóvel é financiado é preciso discriminar na parte em que consta o quadro de bens e direitos, o imóvel e a aquisição das dívidas em modos reais, colocando ainda o saldo do financiamento", conta o advogado.
"Pessoas casadas podem colocar a metade do imóvel na declaração ou em um dos impostos com declaração total a outro conjugue. Ou o outro pode colocar que o seu parceiro colocou totalidade de bens", esclarece.
Para comprar um apartamento na planta, você compra à prestação. Por isso, na hora de declarar "é preciso ir no quadro de bens e direitos, e colocar informações com dados da escritura, o endereço do imóvel, valor da aquisição, nome do vendedor e o saldo geral, o preço total da venda e do imóvel. Depois, no quadro de dívidas e anos reais, a declaração deverá conter o nome, o saldo devedor remanescente e o que esta devendo do imóvel", enfatizou Verlmovitsky.
O prazo termina dia 30 e as pessoas que não conseguirem fazer a declaração terão que pagar uma multa de 1% a 20% dos valores e entregar na delegacia da própria receita, a partir do dia 1 de maio.
* Com colaboração de Juliana Fonseca
Fonte: SRZD
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Imóveis novos são menores
Quando a ideia de comprar um imóvel surge na cabeça, as dúvidas aparecem aos montes. Novo ou usado? Casa ou apartamento? As respostas podem ser fáceis de serem encontradas, mas cada argumento deve ser colocado na balança na hora de decidir qual a melhor opção. “O perfil do comprador é que vai determinar se o imóvel novo ou usado é mais vantajoso e se é melhor morar em uma casa ou apartamento”, explica o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens, que inaugurou a PRIMAR Barra em novembro de 2011.
Freitas elenca as principais vantagens de cada tipo de imóvel. Os novos são entregues com acabamentos na cozinha, banheiro e lavanderia e o restante – que precisa de pintura – fica por conta do comprador. Isto é um ponto positivo para as pessoas mais detalhistas e que gostam de personalizar os ambientes. “Atualmente muitas construtoras também oferecem a possibilidade de fazer alterações ainda na planta, deixando o projeto com a cara do futuro morador. Outro aspecto favorável é que as tomadas e outros equipamentos elétricos e hidráulicos já vêm no padrão das novas normas de segurança”, observa.
Com relação aos condomínios, os apartamentos novos possuem uma área privativa menor, ou seja, os cômodos e a metragem interna foram reduzidos, mas a área de lazer aumentou e muito. As opções para se divertir sem sair de casa vão desde brinquedoteca até sauna, espaço gourmet, bosques e academia. “É bom lembrar que tudo custa dinheiro. Os equipamentos estarão sempre a disposição para serem utilizados e o seu valor e a sua manutenção serão inclusos na taxa condominial. Além disso, nas edificações novas as instalações são mais modernas”, aponta.
Apesar dos vários pontos positivos, os imóveis novos perdem em alguns quesitos para os antigos. Quem quiser adquirir uma casa ou apartamento usado poderá negociar o valor e as formas de pagamento. “Descontos e a possibilidade de troca por outros bens são comuns neste tipo de negócio. Sem contar que o imóvel usado é mias barato do que um novo. Quando houver a necessidade de realizar reformar é recomendado colocar tudo na ponta do lápis e analisar se os custos das melhorias, somados ao valor do imóvel, não superam o preço de um novo”, aconselha.
Os usados ganham de longe dos novos quando o assunto é espaço. Mais amplos, os cômodos dos imóveis mais velhos são mais confortáveis e não deixam nenhum móvel de fora. Os banheiros – muito valorizados pelos brasileiros – são espaçosos e se dão o luxo de ter banheira ou um grande box. “Outro ponto a favor é a vizinhança, que já está consolidada. O comércio e a infra-estrutura de regiões mais antigas são bem melhores do que os novos zoneamentos, onde há muitas edificações em construção e a vida está começando”, considera.
O financiamento é quase igual em ambos os casos – com exceção da compra de imóveis na planta, já que as primeiras prestações são pagas diretamente para a construtora, que utiliza índices de reajuste abaixo da inflação, por isso o valor é mais em conta. “Depois que o financiamento passa a ser pelo banco as condições praticamente se igualam, mas dependendo da instituição financeira os juros para imóveis usados pode ser mais alto. A documentação e as taxas a serem pagas são praticamente as mesmas para os dois tipos de bens”, destaca Freitas.
O especialista afirma que não há como determinar qual o imóvel mais preferido pelos compradores – se os novos ou usados. Com seus fatores positivos e negativos, cada um atrai diferentes públicos que buscam adequar suas necessidades ao bolso...
Fonte: Bagarai
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