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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Apartamento - Locação - Campo Belo - São Paulo - SP
Informações do Imóvel:
[Tipo do imóvel]: Residencial
[Ação]: Locação
[Situação do imóvel]: Pronto para uso
[Dormitórios]: 1
[Suítes]:
[Vagas]: 1
[Área Privativa]: 49
[Endereço]: Rua Dr. Jesíno Maciel,
[Bairro]: Campo Belo
[Cidade]: São Paulo
[Comentário]: Aluguel com Iptu e Condomínio incluso,(Pacote).
Ótima localização,frente ao aeroporto de Congonhas e a 100m.da linha 17 Ouro do
Monotrilho.
Aquecimento central a gás encanado, banheiro completo com ducha e blindex,
lavabo, quarto e lavanderia.
Cozinha com depurador, armário aéreo, armário Balcão e mesa escamoteável.
Lazer: 2 Piscinas uma externa com solarium outra interna com aquecimento solar,
Sala de Jogos, Sauna e massagem, Sala de ginastica, Espaço Gastronômico,
Churrasqueira, Forno para Pizza, Lounge deck e Salão de Festas.
Útil: 1 Garagem,Lavanderia com maquinas coletiva e porteiro 24h.
Dados de Contato:
[Nome]: Luciano A. Rodriguez
[E-mail]: larpaulista@gmail.com
[Telefone]: 50936100
[Celular]: 940538066
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Sobrado a Venda no Ipiranga - São Paulo - SP
Informações do Imóvel:
[Tipo do imóvel]: Residencial
[Ação]: Venda
[Situação do imóvel]: Pronto para uso
[Dormitórios]: 3
[Suítes]: 0
[Vagas]: 3
[Área Privativa]: 111
[Endereço]: Rua Toledo Júnior,
[Bairro]: Ipiranga
[CEP]: 04209-020
[Cidade]: São Paulo
[Comentário]: Sobrado a duas quadras da estação do Fura Fila.
Dados Contato:
[Nome]: JAIME PACKER
[E-mail]: packerjoel@hotmail.com
[Telefone]: 1129146075
[Celular]: 11982197195
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Sobrado - Locação - Zona Leste - SP
2 Dormitórios, 1 Vaga, 66 m²
DADOS GERAIS
Tipo de imóvel: Sobrado cond. fechado Patriarca (2 dorms)
Ação do imóvel: Locação
Situação do imóvel: Pronto para morar
Nº dormitórios: 2
Nº Suítes:
Nº Vagas: 1
Área Privativa: 66
Valor: 1.200,00
Endereço: Rua Colatina,
Bairro: Cidade Patriarca
CEP: 03550-000
Cidade: Sao Paulo
Comentário: Sobrado Integrante do "Residencial Patriarca" no total de 5 sobrados, sendo o último. Contem área privativa coberta de 66 m2, área privativa de quintal de 5 m2, e área total do quintal de 116 m2. Sala, cozinha, lavanderia, lavabo social (piso inferior). 2 dorms. e banheiro (piso superior). 1 vaga na garagem coberta. Portão eletrônico, antena coletiva e cerca elétrica. Imóvel encontra-se em perfeito estado de conservação. Os vizinhos são agradáveis e prestativos.
DADOS DO RESPONSAVEL
Nome: LUCIENE Maester
Telefone: (11) 941922093
Celular: (11) 999820601
Email: luciene.maester@gmail.com
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Caixa amplia prazo do crédito habitacional
A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira, a ampliação do prazo do financiamento habitacional, com recursos da Poupança (SBPE) e alienação fiduciária, para até 35 anos. Atualmente o prazo é de até 30 anos. Foram anunciadas ainda, novas reduções nas taxas de juros dos financiamentos com recursos SBPE.
Para imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), as taxas caem para 8,85% para todos os clientes. A taxa pode chegar a 7,8% em função do grau de relacionamento com o banco. Fora do SFH, as taxas foram reduzidas para 9,9% para todos os clientes, podendo chegar a 8,9% no caso de relacionamento com a CAIXA.
O anúncio foi feito pelo vice-presidente de Governo e Habitação do banco, José Urbano Duarte. Segundo ele, essa nova redução, além de manter a CAIXA com as menores taxas do mercado, permite aos clientes a aquisição de imóveis melhores e em condições ainda mais vantajosas.
Fonte: Band.com.br
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Para imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), as taxas caem para 8,85% para todos os clientes. A taxa pode chegar a 7,8% em função do grau de relacionamento com o banco. Fora do SFH, as taxas foram reduzidas para 9,9% para todos os clientes, podendo chegar a 8,9% no caso de relacionamento com a CAIXA.
O anúncio foi feito pelo vice-presidente de Governo e Habitação do banco, José Urbano Duarte. Segundo ele, essa nova redução, além de manter a CAIXA com as menores taxas do mercado, permite aos clientes a aquisição de imóveis melhores e em condições ainda mais vantajosas.
Fonte: Band.com.br
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Compre já o seu imóvel sem ficar em dúvida; veja dicas
Advogado dá dicas para quem deseja realizar o sonho da casa própria
Com o mercado da construção civil aquecido, muitas ofertas estão à disposição dos clientes. Sejam imóveis prontos ou ainda na planta, os consumidores devem tomar alguns cuidados, como revela o advogado da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação em Alagoas, Anthony Lima.
Para quem tem dúvida sobre qual é o melhor negócio: se comprar pronto ou na planta, o advogado dá as dicas. “Adquirir um imóvel na planta é bom para quem quer investir ou quem não tem pressa, porque, em média, o tempo de uma construção é de três anos”, conta.
Antes de fechar um negócio, os consumidores devem observar a idoneidade da construtora, saber se ela honra com os prazos e também se vem aplicando os materiais corretos. “Durante o andamento da obra, os clientes devem visitar os canteiros e verificar se o cronograma está sendo cumprido”, fala.
Mas para quem quer sair do aluguel, o advogado afirma que o ideal é o financiamento de um imóvel pronto, já que apenas uma parcela muito pequena da população tem condição de pagar à vista.
Segundo o advogado, antes de entrar no financiamento, o cliente deve identificar o imóvel cujo orçamento seja adequado à renda e ao padrão familiar. “Se um casal for recém-casado, ou tem apenas um filho, não tem necessidade de comprar um imóvel de três quartos, por exemplo, porque os financiamentos duram em média de 20 a 30 anos, o que gera mais juros”, explica. Para ele, o melhor é que a família adquira um imóvel menor, dentro do orçamento e do padrão familiar, para depois ir mudando para outro maior. “Com isso, se paga o imóvel sem sufocar o orçamento”, reitera.
Fonte: Tribuna Hoje
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Com o mercado da construção civil aquecido, muitas ofertas estão à disposição dos clientes. Sejam imóveis prontos ou ainda na planta, os consumidores devem tomar alguns cuidados, como revela o advogado da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação em Alagoas, Anthony Lima.
Para quem tem dúvida sobre qual é o melhor negócio: se comprar pronto ou na planta, o advogado dá as dicas. “Adquirir um imóvel na planta é bom para quem quer investir ou quem não tem pressa, porque, em média, o tempo de uma construção é de três anos”, conta.
Antes de fechar um negócio, os consumidores devem observar a idoneidade da construtora, saber se ela honra com os prazos e também se vem aplicando os materiais corretos. “Durante o andamento da obra, os clientes devem visitar os canteiros e verificar se o cronograma está sendo cumprido”, fala.
Mas para quem quer sair do aluguel, o advogado afirma que o ideal é o financiamento de um imóvel pronto, já que apenas uma parcela muito pequena da população tem condição de pagar à vista.
Segundo o advogado, antes de entrar no financiamento, o cliente deve identificar o imóvel cujo orçamento seja adequado à renda e ao padrão familiar. “Se um casal for recém-casado, ou tem apenas um filho, não tem necessidade de comprar um imóvel de três quartos, por exemplo, porque os financiamentos duram em média de 20 a 30 anos, o que gera mais juros”, explica. Para ele, o melhor é que a família adquira um imóvel menor, dentro do orçamento e do padrão familiar, para depois ir mudando para outro maior. “Com isso, se paga o imóvel sem sufocar o orçamento”, reitera.
Fonte: Tribuna Hoje
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terça-feira, 29 de maio de 2012
Imóveis: casas no interior são mais baratas e maiores do que em São Paulo
SÃO PAULO – A compra de um imóvel pode se tornar uma tarefa bastante complicada. Além de todo o planejamento financeiro que esse tipo de compra exige, é preciso selecionar bem o local. Entre outras observações importantes que devem ser feitas, os interessados devem considerar o valor do metro quadrado. No interior de São Paulo, por exemplo, ele pode custar muito menos do que na capital.
O preço médio do metro quadrado no Itaim Bibi, bairro bastante procurado em São Paulo, custa R$ 8.060, segundo o índice FipeZap. Esse valor faz com que um apartamento de 2 dormitórios - de 90 a 120 metros quadrados - varie entre R$ 370 mil e R$ 1,85 milhão.
Condomínios afastados
Se o interessado quiser comprar um imóvel mais amplo, o preço bate facilmente os R$ 5 milhões. Porém, a alguns quilômetros de distância da capital, há ofertas de condomínios às margens da Rodovia Castela Branco, com área de 1.000 metros quadrados que chegam a custar R$ 250 mil.
Fonte: InfoMoney
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O preço médio do metro quadrado no Itaim Bibi, bairro bastante procurado em São Paulo, custa R$ 8.060, segundo o índice FipeZap. Esse valor faz com que um apartamento de 2 dormitórios - de 90 a 120 metros quadrados - varie entre R$ 370 mil e R$ 1,85 milhão.
Condomínios afastados
Se o interessado quiser comprar um imóvel mais amplo, o preço bate facilmente os R$ 5 milhões. Porém, a alguns quilômetros de distância da capital, há ofertas de condomínios às margens da Rodovia Castela Branco, com área de 1.000 metros quadrados que chegam a custar R$ 250 mil.
Fonte: InfoMoney
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sábado, 26 de maio de 2012
Faltam 30 mil corretores de imóveis na cidade de SP
O mercado imobiliário da cidade de São Paulo precisa de mais 30 mil corretores. A estimativa é do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado (Creci-SP). A falta de profissionais para essa função é consequência do bom momento que vive o setor, cujas vendas se mantêm em alta. O salário médio para quem escolher a carreira é atrativo: cerca de R$ 6 mil.
“O mercado está carente de corretores de imóveis. E o momento bom para trabalhar no setor vai continuar ainda por um tempo”, afirma Aparecido Viana, presidente da Viana negócios imobiliárias.
No primeiro trimestre deste ano foram 5,4 mil unidades novas vendidas na capital – número 26,6% maior que no mesmo período de 2011, quando foram negociadas 4,3 mil. Isso apesar de o primeiro trimestre ser o menos movimentado do ano por conta de gastos com IPTU, IPVA e matrícula escolar, por exemplo. “Isso quer dizer que espera-se um movimento ainda maior na segunda metade do ano”, diz Roberto Akazawa, economista do Sindicato da Habitação (Secovi).
A remuneração mensal média de quem trabalha como corretor em São Paulo gira em torno de dez salários mínimos (R$ 6.220). Mas para iniciar na profissão, o interessado tem de fazer um curso técnico e se credenciar no Creci. “É um investimento que ele faz em uma carreira que pode ser muito promissora, afirma Aparecido Viana. Segundo ele, o custo para se qualificar pode ser de R$ 1 mil. A duração para um curso presencial é de 18 meses e, enquanto estuda, o candidato tem a possibilidade de estagiar em uma imobiliária.
A motivação para passar por tudo isso vem do fato de um corretor mais experiente chegar a ganhar R$ 30 mil por mês, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP. E a boa notícia é que o mercado absorve pessoas com diferentes históricos profissionais e não há restrição de idade. “Já vi advogados, médicos veterinários, jornalistas, fisioterapeutas, pessoas formadas em todo tipo de curso que começam na carreira”, afirma Viana Neto.
Antes de começar, no entanto, é importante que o corretor saiba que, apesar de a profissão poder remunerar muito bem, é inconstante. “Haverá meses nos quais ele poderá não vender nada”, ressalta Viana Neto. O corretor não ganha um salário fixo, só uma porcentagem do que vende. Normalmente um iniciante ganha de 0,85% a 1% do valor do imóvel vendido. “Podemos calcular uma renda por volta de R$ 2 a R$ 4 mil por mês”, diz Viana Neto.
Rosimeire Costa, de 49 anos, que estuda para ser corretora e ainda faz estágio, está ciente da inconstância da renda nessa área. A estratégia dela é ter uma reserva para começar no setor. “A pessoa pode levar de três a seis meses para fazer a primeira venda”, diz. Ela sempre trabalhou na área de finanças e vendas. “Quis entrar para esse setor pela flexibilidade de horários.”
Os passos seguintes à função de corretor são coordenador de plantão, gerente de equipe, superintendente e diretor comercial. “Para crescer, o profissional tem de se tornar alguém em quem as pessoas confiam”, diz Viana Neto.
Ligia Tuon
“O mercado está carente de corretores de imóveis. E o momento bom para trabalhar no setor vai continuar ainda por um tempo”, afirma Aparecido Viana, presidente da Viana negócios imobiliárias.
No primeiro trimestre deste ano foram 5,4 mil unidades novas vendidas na capital – número 26,6% maior que no mesmo período de 2011, quando foram negociadas 4,3 mil. Isso apesar de o primeiro trimestre ser o menos movimentado do ano por conta de gastos com IPTU, IPVA e matrícula escolar, por exemplo. “Isso quer dizer que espera-se um movimento ainda maior na segunda metade do ano”, diz Roberto Akazawa, economista do Sindicato da Habitação (Secovi).
A remuneração mensal média de quem trabalha como corretor em São Paulo gira em torno de dez salários mínimos (R$ 6.220). Mas para iniciar na profissão, o interessado tem de fazer um curso técnico e se credenciar no Creci. “É um investimento que ele faz em uma carreira que pode ser muito promissora, afirma Aparecido Viana. Segundo ele, o custo para se qualificar pode ser de R$ 1 mil. A duração para um curso presencial é de 18 meses e, enquanto estuda, o candidato tem a possibilidade de estagiar em uma imobiliária.
A motivação para passar por tudo isso vem do fato de um corretor mais experiente chegar a ganhar R$ 30 mil por mês, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP. E a boa notícia é que o mercado absorve pessoas com diferentes históricos profissionais e não há restrição de idade. “Já vi advogados, médicos veterinários, jornalistas, fisioterapeutas, pessoas formadas em todo tipo de curso que começam na carreira”, afirma Viana Neto.
Antes de começar, no entanto, é importante que o corretor saiba que, apesar de a profissão poder remunerar muito bem, é inconstante. “Haverá meses nos quais ele poderá não vender nada”, ressalta Viana Neto. O corretor não ganha um salário fixo, só uma porcentagem do que vende. Normalmente um iniciante ganha de 0,85% a 1% do valor do imóvel vendido. “Podemos calcular uma renda por volta de R$ 2 a R$ 4 mil por mês”, diz Viana Neto.
Rosimeire Costa, de 49 anos, que estuda para ser corretora e ainda faz estágio, está ciente da inconstância da renda nessa área. A estratégia dela é ter uma reserva para começar no setor. “A pessoa pode levar de três a seis meses para fazer a primeira venda”, diz. Ela sempre trabalhou na área de finanças e vendas. “Quis entrar para esse setor pela flexibilidade de horários.”
Os passos seguintes à função de corretor são coordenador de plantão, gerente de equipe, superintendente e diretor comercial. “Para crescer, o profissional tem de se tornar alguém em quem as pessoas confiam”, diz Viana Neto.
Ligia Tuon
Fonte: Jornal da Tarde
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